so sentimeeental

December 6, 2014 - 1:16 am Sem comentários

Acredito que para um romance ser interessante não é preciso nada além de uma boa trilha sonora e um pouco de encantamento. Eu fico com a trilha sonora, o encantamento é por sua conta! Se não der, tudo bem, eu dou um jeito no encantamento também. Sou mestre em criar auras encantadas onde não existe.

Antes de continuar, por favor, aperte o play abaixo:

Te conheci em uma manhã de segunda-feira. Marcamos um café desinteressado. Eu fui de suco de laranja e você de frutas tropicais. Café para quê mesmo?

Segunda-feira chata até conversarmos sobre tudo um pouco. Aí o relógio marcou meio-dia. Você tinha que ir e eu queria ficar. Você foi. Mas voltou logo em seguida. O dia acabou com um jantar japonês um pouco mais interessado. Eu interessada em você, quer dizer. Um banquinho e alguns policiais truculentos, mas cometas caíam no Itaim Bibi. Eu não inventaria história melhor!

Você me falou sobre seus casos. Disse que podia qualquer coisa. Ai, caramba. E podia mesmo! Você é desses que vai do lixo ao luxo e nem precisa de razão para isso. Encantador e eu nem tenho que inventar nada. Você estava ali na minha frente. Tarde demais para mim.

Depois, me perguntou:
– Mariana, você se esqueceu de escrever sobre a nossa história?

Que história, meu deus? Mas ri e fingi que não era comigo. Você atravessou o Atlântico. Eu continuei pensando em você. E então decidi comprar uma passagem só de ida para o Velho Mundo. E tem a transiberiana esperando a gente logo ali. Por que não? Achei que era uma boa justificativa.

Casamos em uma casa de campo abandonada onde só é possível chegar de charrete. As damas de honra vestiam coral. Muita gente feliz em uma festa que mais parecia um evento das Nações Unidas.

Uma vida inteira de risadas e comida de todo tipo (!). Rodamos por aí de carro, teco-teco e jangada.

E então nossos filhos. Eles cresceram com os pés no chão. O mundo era o quintal de casa. Você mostrou que éramos capazes de tudo. Crianças fluentes em quatro línguas. Orgulho da mamãe. Elas adoram um museu, acredita? E escrevem poesia. E ainda são boas de papo. Seres humanos interessantes essas crianças!

Mas aí eu reinstalei o Tinder, vi que você entrou há uma semana e nosso futuro foi por água abaixo. Quanta bobagem! Quer saber? Taí a nossa história. E, apesar de tudo, a música boa continua tocando!

romantic

Era uma vez um veleiro…

March 28, 2014 - 9:51 pm 1 comentário

Ali, escondidinho atrás do óbvio, você encontra…

Há tempos venho pensando sobre o que escrever neste blog. Isso porque depois de uns dias parece que nada do que escrevi diz muito sobre mim. Em outras palavras: mudei de ideia umas 367 vezes depois que postei X, Y ou Z. Escrever e registrar tudo isso, inclusive, parece limitador e bem louco também. Sim, sou a rainha da contradição e odeio ter que ficar me policiando. ~mudo de ideia mesmo, beijos me solta~

Por isso, tomei uma decisão: agora e aqui, só falo de sentimento – pelo menos por enquanto. É verdade que sentimentos mudam, mas a graça é essa mesmo: a gente não ter que ficar se justificando por isso. A gente vai lá e sente e pronto. Mudou? Tá tudo bem. Isso porque sentimentos são únicos, tem validade limitada e dizem respeito apenas a lugar x momento x pessoa/coisa. Se você mudar o tempo, provavelmente o sentimento muda também. Eles não mentem. O “sentir” começa e termina nele mesmo, sem dever nada a ninguém. Sem contestação. Ele é autossuficiente e não depende de porquês. Ou é ou não é. Por isso eu amo tanto sentimentos. Morro de amores, morro de ódio, morro de tédio – mas nunca pela metade. Intensidade, querida, teu nome é Mariana.

Resumindo: num momento aleatório, cheguei à conclusão de que sentimentos são perfeitos para diários blogs.

Então, por ora, chega de concretismo. Quero poesia abstrata, quero a vida à flor da pele. Tudo menos truncado, mais bonito e (não sei se) completo.

Vem comigo?

Pois bem, dia desses algo incrível aconteceu.

Minha prima e eu fomos viajar no feriado de Carnaval. O destino? Rio de Janeiro. Motivo: queríamos uma festa mais tranquila que Ouro Preto ou Salvador, mas nada que fosse só sombra e água de coco gelada, por favor. E aí você já sabe… Rio de Janeiro = sol, praia e festinhas de buenas (mas não desanime: se quiser festão, tem também, e são incríveis). Por isso, os bloquinhos pareciam perfeitos. E, te digo logo: funk e emoção não faltaram – teve até tiroteio, gente! Um feriado agitadíssimo, eu diria. Mas, peralá, o ponto alto nem foi esse…

Todo final de tarde saíamos da agitação dos bloquinhos/hostel-em-que-a-galera-tava-loucona-24/7 e fugíamos rumo ao calçadão para comer churros e ver o pôr-do-sol (eis meu conceito de felicidade: sossego, praia e doce de leite). Aí, num dia desses, enquanto estávamos assistindo o sol ir se deitar, um mocinho cambaleante (ou bêbado, no sentido vulgar da problemática) se aproximou e sentou ao nosso lado.

— “Ai, lá vem…”, pensamos.

— “Nada disso, colegas”, disse a vida.

E então o bêbado nos surpreendeu de um jeito incrivelmente bom.

Eu explico: decidimos continuar o papo iniciado pelo moço. É que apesar do alto teor alcoólico, ele sentou longe e começou a conversa como toda pessoa que nunca viu a outra antes faz. Ou seja, tudo certo e dentro dos conformes da ética e dos bons costumes.

Mas a bebida é um negócio mágico, todos sabem. E o moço (que, descobrimos depois, é nosso vizinho em São Paulo) começou a desabafar sobre a ex-namorada, que agora estava noiva de outro homem. Detalhe: eles namoraram por 4 anos e terminaram há 4. Já era para ele ter esquecido, certo? Não se sabe. E viva o sentimento, sem hora marcada para começar ou terminar. Ele existe, e só isso importa.

Eu, enxerida que sou, perguntei se ele a amava. Por que, né? Achei a conversa profunda demais.

— “Não”, disse ele. Mentira, julgo eu. O fato de ele ter falado sobre isso no Carnaval, bêbado e com duas desconhecidas era a prova de que ele não conseguia esquecê-la.

— “Vocês já ouviram falar sobre a metáfora da âncora e da vela?”, continuou.
Pára tudo.
Um bêbado falando em metáforas? Álcool: um líquido capaz de transformar um babaca no maior dos babacas. E um cara interessante em um tipo surrealmente incrível.

— “Algumas pessoas são âncora, outras vela”, disse ele. “Ela era âncora. Prendia quando deveria me estimular a ir sempre em frente, a sair do lugar. Não queria ser vela. Por isso, terminei”, completou.

Emoção. Isso define o que eu senti em uma conversa com um bêbado na beira da praia. Apesar de todo amor que, convenhamos, era óbvio que ele sentia, ela não estava sendo o que ele precisava naquele momento. E não seria para o resto da vida, porque ela não queria ou não sabia ser. E porque agora se casaria com outro.

Todos somos (e precisamos) de âncoras e velas. É o tempo (ou fase da vida) que define o que deve prevalecer. Em meio a tempestade, a âncora dá segurança. A vela, por sua vez, com a ajuda do vento nos leva até onde queremos chegar. Ambas são essenciais sim. Mas, em momentos errados, podem contribuir até para um naufrágio. Trágico e poético. E tão claro!

“O que eu desejo ser na vida de alguém?” “E do que eu preciso?” Você saberia responder essas perguntas?

A conversa continuou por alguns minutos e, em seguida, ele foi embora sem olhar para trás. A metáfora, no entanto, decidiu ficar.

Atualização – 13/08/2014

Contrariando as (minhas, lógico) expectativas, tudo mudou! Parece que ela aprendeu muita coisa nesse tempo em que eles ficaram separados, porque… Eles voltaram a namorar e estão noivos! Sim, ele virou meu amigo no Facebook depois desse papo estranho na beira da praia. Incrível, não?

O tal do encantamento & outras 19 (grandes) coisas

July 20, 2013 - 11:33 pm 2 comentários


— Wouldn’t it be nice?

Um ano se passou desde que algo realmente incrível aconteceu na minha vida. A gente tem a mania de esperar que alguma coisa bonita aconteça de repente, como um milagre. Mas um quarto de século pesa, gente! Aos poucos fui me tornando uma dessas pessoas que sentam e esperam e… Mais nada.

Pior: nem me toquei disso.

No final das contas, estava cheirando óleo de alecrim para relaxar, dormindo para esquecer, parando de sonhar para não me decepcionar.

Cai na cilada de achar que a vida acontece, sem que eu fizesse acontecer. É isso também, mas é muito mais. No espelho, um paradoxo: feliz, mas longe de ser a pessoa interessante que sempre quis ser. Como pode? Foi quando minha mãe me pegou desprevenida e me disse assim, que eu não estava mais vivendo, só ~comprando~. Minha vida se resumia a isso. Minha mãe! Ela, que até hoje corta as etiquetas das minhas roupas por motivo de “elas incomodam” e “elas não definem se as coisas são ou não boas”. Não quero ser só isso. Pois bem, entrei no alerta vermelho dos meus valores! Quem eu quero ser mesmo?

365 dias é o tempo para fazer algumas coisas que morro de vontade, mas que sempre adiei. Simples demais ou quase impossíveis… Por que não?

1. Viajar sozinha.
2. Criar coragem e dirigir.
3. Terminar o curso de fotografia.
4. Aprender a costurar.
5. Plantar uma roseira. (♥)
6. Ir até Ushuaia (de carro, ônibus ou a pé, mas fazer o caminho por terra).
7. Saltar de pára-quedas.
8. Conhecer Paris & aprender francês.
9. Fazer uma dieta detox & comer carne vermelha só uma vez na semana.
10. Não gastar mais que R$ 100 em um sapato, roupa ou acessório.
11. Voltar para o trabalho voluntário.
12. Conhecer de pertinho a Umbanda e o Budismo.
13. Completar um plano de exercícios, tipo o Insanity Workout.
14. Fazer um curso de mergulho.
15. Escalar um vulcão.
16. Reformar uma penteadeira.
17. Fazer uma tatuagem.
18. Usar mais cores e padrões (nem que minha paleta seja de tons pastel, haha)
19. Estudar na Central Saint Martins.

É muita vontade para um calendário só. Mas em um ano muita coisa pode acontecer, né? Quero encher meu coração de coisas boas de novo. Encantamento, aqui vou eu! :)

achadinho da 25 de março & outros papos de elevador

December 9, 2012 - 9:10 am 5 comentários

Papo de elevador geralmente é sinônimo de conversa fiada (e eu tenho pavor disso, juro!). Mas daí que trabalhar em uma revista feminina tem lá suas vantagens… Uma delas é que esses tais papos de elevador geralmente correm para elogios – que eu acho que são verdadeiros, vai saber. Esmalte, sapato e cor do cabelo sempre viram pautas elogiosas de elevador; e, de fato, são as mais recorrentes.

Quer dizer: pílulas de autoestima são sempre bem-vindas antes do almoço, certo? Eu valorizo!

Dia desses, enquanto esperava o dito cujo, uma moça desconhecida virou do nada e perguntou como eu conseguia carregar ~coisinhas femininas~ em uma bolsa tão pequenina. Papo vai, papo vem, contei que a tal bolsa era da rua 25 de Março (famooosa pelos balangadãs baratinhos) e que custou só R$ 36. Isso rendeu mais alguns minutos de conversa (é, o elevador demora muito!).

A conclusão? A bolsa é “incrível”, sim, mas principalmente por causa do precinho amigo dela. No final das contas, eu fiquei com isso na cabeça… Que bom seria dividir esses achadinhos garimpados por aí, né? Infelizmente eu não tenho o nome certinho da loja, mas prometo fazer isso mais vezes – e com mais detalhes!

Na Glamour BR desse mês, inclusive, saiu uma vitrine com bolsas doctor por menos de R$ 200. A mais barata era R$ 99, mas taí um exemplo que dá, sim, para garimpar por pelo menos metade do preço!

Tem gente que odeia a 25, mas eu realmente acho que ali existe um mundo de possibilidades… Enfim, não lembro o nome da loja, mas lembro que ficava numa galeria paralela à rua-caos!

#3 O mistério da feiurinha

November 8, 2012 - 6:00 pm 4 comentários

O projeto cinquentinha está de volta! Dessa vez eu juro que é de verdade, só para fechar o ano com chave de ouro. Mais fotografias e fotografias… porque algumas coisas são simplesmente bonitas e enchem o coração!

Oliver (ou Olivier, Olivinha & afins) faz cara de paisagem no blog.

Obrigada pela participação, feiurinha mais linda (e mal humorada) do mundo.

Espelho, espelho meu…

November 6, 2012 - 10:13 pm 4 comentários

Em um pequeno pote antigo coloque um pouquinho do estilo boho chic. Acrescente toda a aura de encantamento de editoriais típicos da revista Lula. Deixe de lado os preços um pouquinho bem salgados dos itens vendidos no site da Free People (que são entregues no Brasil) e… pronto!

Depois disso, você possivelmente estará apaixonada pela marca americana (do mesmo grupo da Urban Outfitters e da Anthropologie!, tá explicado). Assim como eu, pode ser que você se torne uma dessas pessoas que entram todo início de mês no site (tipo Astrology Zone, né?) só para dar aquela espiadinha nos lookbooks mensais do FP. Duvida? Em novembro, Branca de Neve, a Rainha e outros personagens dos contos de fadas deram o tom mágico por lá. Apaixonante!

E a cereja do bolo:

like a drunken snow white ♥

October 22, 2012 - 3:02 am 1 comentário

Quatro horas da manhã e eu irei (não estou certa disso) acordar daqui duas horas… Já fiz mil e uma anotações no caderninho que fica debaixo do meu travesseiro, li revistas, um capítulo do livro e me revirei sessenta e cinco vezes na cama. Abri a geladeira, comi bolo de chocolate. Não resolveu. Sono: cadê? Decidi então postar esse quadrinho da Gemma Correll

Porque o final de semana acabou. Mas é tudo uma questão de essência, certo?

#1 diário de bordo de uma road trip

October 10, 2012 - 3:38 pm 9 comentários

Há um tempo ensaiava retornar a escrever por aqui… Mas procrastinação é uma coisa. Um misto de falta de vontade e coragem me impedia de fazer (olha que ironia!) o que eu adoro. Faltava paixão (e quem há de viver sem?). Seguindo a filosofia de Vinicius – “porque a vida só se dá para quem se deu…” – resolvi deixar o que tinha “de certo”, arrumei as malas e saí com minha família para uma road trip pela América do Sul. Sou do tipo que acredita que um pouco de brisa no rosto e asfalto nos pés são capazes de resolver o pior dos problemas. E isso envolve gente, árvore, vento… Muita coisa, sabe?

O roteiro escolhido para a road trip de 21 dias (e mais de 11.000km percorridos) incluiu Machu Picchu, no Peru; Copacabana (Lago Titicaca!) e o salar de Uyuni, na Bolívia, e San Pedro de Atacama, no Chile. Com apenas os lugares que gostaríamos de conhecer e mais nada planejado, pegamos estrada no dia 1º de julho. Durante a viagem, descobrimos que esse é um roteiro bastante famoso entre mochileiros do mundo todo. Os meios de transporte então variavam demais: motorhome, veículos de passeio, bicicleta (sim!), motos, jipes (♥) e, lógico, ônibus.

Em quatro dias, subimos de São Paulo até o Acre, passando por Minas Gerais, Mato Grosso e Rondônia. Aliás, Rio Branco definitivamente vale a visita! A capital do Acre é uma cidade bonita e organizada, onde, naquele momento, ocorria um grande arraial em homenagem a Gonzagão. Festa linda; sorte de viajante! A realidade da paisagem no norte do nosso país, no entanto, é bastante triste. Na divisa do Mato Grosso com Rondônia, a placa grafada “Bem-vindo ao Portal da Amazônia” até parece ser uma propaganda enganosa. Seguindo adiante, tudo o que se vê é pasto e muitos animais silvestres atropelados. E filas de caminhões de madeireiras. Além disso, do Mato Grosso ao Acre, as estradas estão em PÉSSIMO estado – é válido ressaltar. Também não fomos parados pela Polícia Rodoviária brasileira nenhuma vez…

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#2 entre pássaros e verdes

May 3, 2012 - 11:01 pm 7 comentários

Mais cor para os dias que aconteciam tão cinzas! Uma pausa e um suspiro são capazes de resolver o pior dos problemas, acredite.

— “No cheeseburger for quatis today”. Bad, bad news.

#1 sense & sensibility

April 26, 2012 - 9:13 am 3 comentários

Estou aqui para apresentar a vocês o meu novo bebê: o Projeto Cinquentinha. Esta criança com nome desajeitado foi concebida no auge de minha falta de criatividade, como vocês podem perceber. Isso porque ultimamente os dias têm acontecido sem nenhum encanto. Absolutamente nada de bonito, de arrebatador. Sem estrelas cadentes, mímicos com flores, nem placas grafadas “não dê comida aos macacos” (assim, em cima de uma árvore — !!! — na Faria Lima). Tudo muito racional, muito dentro dos conformes, da burocracia de como a vida ~deve~ ser.

E aí eu cansei. Mas não dá para fazer muita coisa, porque certas situações simplesmente acontecem quando têm que acontecer. Ah, eu vou colocar um pouco de açúcar nesse chá. Projeto Cinquentinha é o meu novo xodó. Com uma câmera fotográfica, um tripé, uma lente 50mm 1.8 e um pouco de criatividade eu vou tentar tirar dos dias bonitos, entediantes ou cinzas, alguma coisa de bom. Durante 50 dias seguidos. É o meu desafio.

Valendo!


Exposição: 0.013 sec (1/80) // Abertura: f/5.6 // ISO: 400

Para começar, um romance bem feminino. Comprei essa versão de Sense and Sensibility por causa da capa, admito. Para quem não conhece, Coralie Bickford-Smith é responsável pelo design de algumas séries da Penguin Classics, editora inglesa de literatura clássica. Coralie é responsável também por me fazer buscar em sebos por aí essa versão durante dias e dias! Já a história não poderia vir em momento mais adequado: o embate entre o lado racional de Elinor e o lado sensível de Marianne, duas irmãs que viviam na sufocante Inglaterra do século XIX.

Mas, antes de começar a ler este livro, preciso terminar outros quatro: Maria Antonieta, Twenties Girl, As Virgens Suicidas e Um Dia (que eu parei antes do final, porque acho que a história deveria terminar por ali mesmo, antes da página 410 WHAT/). Desejem-me força, fé, vontade, perseverança, ambição porque quando eu acho que uma história interfere na minha vida eu mudo de livro — do tipo: eu leio sobre tal coisa e tal coisa acontece; assustador. Por isso, eu leio vários ao mesmo tempo.


UPDATE!
O bê-a-bá do Projeto Cinquentinha

A proposta: durante 50 dias seguidos captar meu dia a dia — até, e principalmente, quando não acontece nada (ou seja, sempre). Assim, pelo menos uma fotografia por dia. O desafio também estará no uso de uma única lente: a 50mm 1.8, a.ka. cinquentinha. Daí o nome, gente! É uma lente fixa, dessas que você precisa andar pra lá e pra cá para conseguir a distância focal que você precisa. Ela é barata e ainda faz aquele bokeh (efeito desfocado) incrível nas fotos. É a minha preferida. :)