Lago de Garda: um final de semana em Riva del Garda

Sabe aquela vontade de escapar e fugir para um lugar de beleza idílica e desligar do resto do mundo? Um final de semana no Lago de Garda (ou Lago di Garda, em italiano) provavelmente é tudo o que você precisa.

Riva del Garda

Bem, pelo menos era tudo o que eu precisava.

Lago de Garda: diferenças entre norte e sul

Com águas incrivelmente cristalinas, o Lago de Garda está localizado no norte da Itália e é rodeado por encantadoras cidadezinhas – muitas delas com castelos!

É o maior lago da Itália e tem clima mediterrânico: palmeiras, oliveiras, laranjeiras e limoeiros crescem por ali. O visual é de tirar o fôlego – e muda bastante se você está na parte norte do lago ou na região sul.

Impressione-se com a altura das montanhas – como eu me impressionei!

Eu, pessoalmente, acho a região norte do lago muito mais bonita: as montanhas altíssimas encostam no lago, como um fiorde. Na região sul, o lago perde esse charme das montanhas.

O que fazer no Lago de Garda

Há uma infinidade de coisas no Lago de Garda. A principal atração turística definitivamente são os esportes aquáticos: os veleiros dominam a paisagem no verão. Windsurf e kite surf também são comuns.

Por outro lado, as paisagens maravilhosas do Lago oferecem trilhas e escaladas únicas. Os mais aventureiros (e sem medo de água fria) podem se aventurar no canyoning. Há também áreas onde é possível praticar mountain bike, golf e escaladas em vias ferratas.

De buenas na lagoa.

As pequenas cidades com casinhas de tons pastel e seus charmosos castelos também valem as visitas, claro.

Lago de Garda: pausa no passeio de bicicleta para olhar o mapa!

Lago de Garda no inverno

Visitar o Lago de Garda no inverno e no verão são experiências completamente diferentes. No verão, as cidades na beira do lago ficam lotadas de turistas e os esportes aquáticos estão por toda a parte. No inverno, grande parte dos restaurantes e hotéis estão fechados. Mas, nem tudo está perdido!

Lago de Garda no inverno
Lago de Garda no inverno: é paz que chama

Como Riva del Garda fica no meio do caminho entre onde eu moro (Rimini) e onde meu namorado mora (Munique), a cidade foi a escolhida para nosso romantic getaway. E, sinceramente, a escolha não poderia ter sido mais perfeita! Nos hospedamos em um hotel com spa e passamos o sábado inteirinho relaxando na jacuzzi e nas saunas. Domingo de manhã, partimos para explorar cada cantinho da cidade.

Homem em Lago de Garda, Riva del Garda.
O pensador.
Pequenos sinais de primavera.

E é por isso que o Lago de Garda pode ser um ótimo refúgio para descanso no inverno! As belezas do lugar continuam lá, intactas, enquanto as cidades estão vazias de turistas. No final de contas, todo atendimento – do restaurante ao hotel – é muito mais personalizado. Zero stress.

Os encantos de Riva del Garda

A arquitetura de Riva del Garda

Por conta da proximidade, Riva del Garda é um destino muito famoso entre os alemães (e isso pode render alguns momentos engraçados até). Também descobri que o lugar faz sucesso entre os dinamarqueses. Por isso, não faltam restaurantes com comida bávara e cervejas alemãs. Gardesana

Gardesana: a (coloque o seu superlativo de beleza preferido aqui) estrada italiana

Em Riva, decidimos passear de bicicleta até Limone pela antiga estrada, conhecida hoje como Sentiero del Ponale. Inaugurada em 1851, a estrada que liga Riva del Garda ao Valle di Ledro foi reaberta em 2004 apenas para pedestres e ciclistas. A estrada tambem oferece um panorama da Gardesana, construida nos anos 30, onde so circulam carros, e que ficou famosa por aparecer em James Bond, em Quantum of Solace.

A estrada antiga cravada nas pedras e considerada uma das mais belas do mundo, infelizmente, estava fechada (a previsao de reabertura é para 12 de abril de 2019).

As cachoeiras de Varone

Então, seguimos de bicicleta para a cachoeira de Varone – sem grandes expectativas, confesso. Pagamos os seis euros de entrada cada, um pouco descrentes. Mas, então, a surpresa!

As quedas d’água são fascinantes! A água cai sobre o cânion e impressiona. Para completar: uma dança de luzes coloridas faz o lugar ainda mais encantador.

Carnaval de Arco

Depois, seguimos até Arco, uma cidadezinha bem perto de Riva del Garda, onde acontecia um carnaval de rua para crianças. A cidadezinha cresceu ao redor de uma pedra com um castelo medieval no topo. Já é um bom motivo para conhecê-la, certo?

Onde comer

Escutamos a recomendação de um amigo que disse que a comida do Antiche Mura, em Riva del Garda, era maravilhosa. Fomos até lá e… O restaurante estava fechado! Eis uma das desvantagens de visitar Riva no inverno.

Seguimos então para a Osteria La Contrada e tivemos sim um jantar italiano como deve ser. O lugar era aconchegante, o serviço era simpático e o gnocchi de trufas estava delicioso!

Mas, se a Osteria é o lugar perfeito para um jantar curtido com calma, o Panem é o restaurante ideal para um bom almoço: o cardápio de lanches inspirados em diversas regiões da Itália é tentador. Escolhi o Friulano (com asìno – um dos queijos mais tradicionais de Friuli – mais fiocco di sauris, creme de cebola, pimentão em óleo) e o namorado foi de Ionio (uma versão peixe do panino). O problema ali foi o serviço, um pouco demorado.

Onde se hospedar em Riva del Garda

Como disse anteriormente, o melhor de visitar o Lago de Garda no inverno é aproveitar a beleza do lugar em meio à tranquilidade. Para completar a experiência, nos hospedamos em um spa hotel, o Hotel Parc Flora.

Área comum do Hotel Parc Flora, em Riva del Garda

O spa do lugar também foi uma boa surpresa. Pequeno, mas bem variado (o melhor spa de hotel que eu já vi até agora!): além dos clássicos jacuzzi, banho turco e sauna finlandesa, ele também contava com percurso Kneipp, cascata de gelo e duchas aromatizadas. Amei a ducha tropical de maracujá. hahaha

Infelizmente, não pude tirar fotos do pequeno spa porque haviam muitos alemães e, bem… alemães costumam ir à sauna pelados. Isso vale outro post, aliás!

Vou sentir falta do café da manhã do Hotel Parc Flora

O café da manhã do Hotel Parc Flora também foi uma delícia. Com um buffet farto de salgados e doces, cafés, espumante (!) e suco de laranja-vermelha fresquinho, feito ali na hora.

Aliás, desconfio que a explicação do café da manhã ser tão bom assim é porque eles também são donos de uma das melhores gelaterias da cidade, o Bar Gelateria Flora – que está localizado bem na frente do hotel. A gelateria é tão boa que estava lo-ta-da até mesmo com o clima frio. Se visitar o lugar, experimente o affogato e me conta o que achou!

Rimini, um novo lar para chamar de meu!

Fachada de edifício antigo em Rimini, Itália

As notícias da Terra da Bota dão conta de que, sim, eu voltei! Em letras garrafais e com muita emoção! Não, não para` Trento – onde reconheci a cidadania italiana. Minha nova casa é menos montanha e mais mar. Os Alpes viraram passado e agora eu chamo de lar Rimini, esse balneário super charmoso na riviera romagnola. Aliás, se você quer saber quanto custa viver na Itália, dá uma olhada nesse post.

Marina de Rimini, itália
A marina de Rimini é o lugar perfeito para aquele passeio de fim de tarde

Pelos próximos dois anos morarei em Rimini, cidade muito especial para mim por uma única razão: é a terra que meu bisavô abandonou em 1899 para se aventurar no Brasil. Há cerca de trinta anos meu avô visitou a cidade para entrar em contato com os primos que ficaram. Não conseguiu. E agora eu estou aqui com essa maravilhosa missão!

Universidade de Bologna em Rimini

O outro motivo é que há uma semana comecei um master em Fashion Culture and Management na Università di Bologna. Isso significa que vem aí pela frente uma leva de posts sobre estudar fora, declaração de valor e como enfrentar os monstros da burocracia italiana.

Se você pretende fazer uma graduação ou mestrado na Itália, esses artigos poderão ser muito úteis.

Também quero fazer alguns posts sobre o master, que tem matérias interessantes no currículo, como e-commerce e made in Italy – que inclui visitas a escritórios de grandes marcas italianas, tipo Moschino. E, se eu perder a vergonha na cara, quem sabe não rolem também alguns vlogs contando toda essa experiência? Coragem, tem que ter coragem!

O que fazer em Rimini?

Rimini é uma comuna com quase 140 mil habitantes e está localizada na Emilia Romagna – que, por sua vez, possui como capital Bologna, também considerada capital gastronômica da Itália. Já Rimini ficou famosa nos anos 70 por ser um balneário internacional – a cidade fica lo-ta-da de russos no verão.

Praia de Rimini, Itália
O forte de Rimini não são as praias – mas o clima praiano é uma delícia!

O balneário é uma mistura de Ibiza com Santos. Em outras palavras: muitas festas, praias feias e lotadas no verão. Essa cidade arrumadinha e badalada, no entanto, possui outros atrativos além de praias e festas mucho locas, acredite.

Rimini é recheada de pontos interessantes para quem gosta de história. Também possui parques temáticos curiosos, como o Italia in Miniatura, bom para levar as crianças (de idade e coração). Melhor: Rimini está localizada pertinho de San Marino, um dos menores países do mundo, e definitivamente uma experiência para riscar da bucket list.

Vem comigo que eu vou te mostrar o centro storico, cantinho mais especial da cidade e onde estão espalhados os vários campi da Università di Bologna. Assim como outras cidades italianas, provavelmente você ficará encantado com a ideia de passear por um lugar e, de repente, encontrar um muro, prédio ou monumento com mais de dois mil anos de idade.

Principais pontos turísticos de Rimini: Arco de Augusto

É, juntamente com a Ponte de Tibério, meu monumento preferido na cidade. O arco marca a entrada na antiga cidade pela via Flaminia, que ligava Roma a Rimini, já em 27 a.C. Gosto de sentar na sorveteria que tem em frente, tomar um milk shake de cioccolato e ver o tempo passar.

Arco D'Augusto em Rimini, Itália
Arco D’Augusto: não é uma belezinha?

Quanta gente interessante já não passou por ali? E quantas boas histórias devem ter se perdido no tempo! Há mais de dois mil anos o arco resiste a guerras e imperadores.  Tempo é definitivamente um conceito muito estranho e esse arco é a prova disso.

Domus del Chirurgo

Passei diversas vezes por ali até que um dia percebi que a construção de tijolinhos com paredes de vidro guardava uma joia arqueológica. Bem no meio de uma praça está protegida o que um dia foi a casa de um cirurgião no século 2 d.C. Uma vez que o lugar estava bem conservado, foi possível reconstruir o ambiente e transformá-lo em uma espécie de museu.

E por que seria esta a casa de um cirurgião? Bem, no local foram encontrados cerca de 150 instrumentos cirúrgicos. Você ficará encantado com o mosaico do chão da casa do cirurgião e encontrará até uma ossada. A entrada custa 6 euros.

Ponte de Tibério

É impressionante o grau de preservação da Ponte de Tibério encomendada pelo imperador Augusto, em 14 d.C., mas só concluída sete anos depois, em 21 d.C. pelo imperador Tibério.

É também é impressionante que a ponte tenha sobrevivido a terremotos, a guerra entre godos e bizantinos e até uma tentativa de destruição do exército nazi na Segunda Guerra Mundial. Da Ponte de Tibério saíam as estradas romanas para o norte da Itália, via Emilia e via Popilia.

Ponte de Tibério em Rimini, Itália
A Ponte de Tibério é assim… Indestrutível

Anfiteatro romano

Fiquei em êxtase quando descobri que havia um anfiteatro romano na cidade, e logo lembrei do super bem conservado que existe em Verona. No entanto, a versão de Rimini – datada do século 2 d.C. – está em ruínas. Ali aconteciam espetáculos com gladiadores com até 12 mil espectadores.

Infelizmente, hoje o que existe é uma grade que evita que as pessoas entrem no lugar e mais nada. No centro da cidade, também existem as ruínas do teatro romano e o Castel Sismondo. O interessante é ver como a cidade se reinventa e se adequa às ruínas do próprio passado. Sim, eu tenho uma fixação por ruínas!

E não deixe de provar: a piadina romagnola!

Cassone romagnolo em Rimini, Itália
Cassone romagnolo: uma das maravilhas da culinária italiana

E como cada região da Itália possui sua própria gastronomia, em Rimini não poderia ser diferente. Talvez esse valha um post a parte, mas já adianto: se estiver em Rimini, não deixe de provar o cassone e a piadina. Ambos são uma espécie de wrap recheados com mozzarela, prosciutto, speck, omelete ou salada. É uma delícia e serve como um lanche bem levinho.

Piadina del Porto, em Rimini, Itália
Piadina del Porto: um dos melhores lugares para provar piadina e cassone

Minha dica é provar esse prato no La Piadina del Porto. É uma portinha bem simples em frente à marina e com aquela combinação que a gente gosta: bom sabor, preço justo e atendimento simpático.

Como chegar de Bologna a Rimini: shuttle do aeroporto e trem

duas maneiras bem fáceis de chegar a Rimini saindo do aeroporto de Bologna. A primeira e mais prática é por meio do shuttle que sai do aeroporto de Bologna e vai até a estação ferroviária de Rimini (e também pára na Via Fada), bem pertinho do centro. Durante a alta temporada (verão), o shuttle também oferece paradas em diversas praias, como Bellariva, Riccione e Miramare. A dica é comprar a passagem com antecedência online pelo preço de €20 (é possível comprar a passagem com o motorista por €25).

Há ainda a promoção de €1 para horários diferenciados, da saída do primeiro e do último ônibus do trajeto. No entanto, é preciso comprar a passagem com pelo menos quinze dias de antecedência. O trajeto Aeroporto de Bologna- Estação Ferroviária de Rimini dura cerca de uma hora e meia.

Outra maneira de chegar em Rimini é pegando um ônibus do aeroporto de Bologna até a estação de trem (a passagem custa cerca de €6) e, em seguida, pegando um trem em direção a Rimini (a passagem custa a partir de € 9,85). O tempo do trajeto pode variar, mas o mínimo previsto é de duas horas no total.

Conheça San Marino, o pequeno país a menos de 20km de Rimini!
+ Tudo sobre San Marino: história, como chegar e o que você não pode deixar de conhecer

Cinque Terre: dicas para conhecer esse pedacinho de céu na Itália

Corniglia, em Cinque Terre, na Itália. Foto: Mariana Gabellini.

Uma pitadinha de tons pastel, muitas flores (ah, a primavera!) e casinhas construídas em encostas rochosas onde batem as ondas do mar Mediterrâneo. Eis uma das descrições possíveis para as cinco vilas que formam a famosa Cinque Terre, no norte da Itália,  próxima a Pisa (cerca de 90km) e Milão (220km). O nome delas? Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore.

O charme das pequenas vilas, no entanto, vai muito além: elas são o tipo de lugar onde você pode respirar um pouco da perfumada dolce vita italiana.

Bons restaurantes, um mar de tirar o fôlego e roupas no varal secando ao sol despretensiosamente. Tanta beleza só poderia ser tutelada pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade! Na dúvida sobre o que fazer em Cinque Terre? Vem comigo!

Essa foi minha segunda vez nas terre e a passagem pelas cinco vilas fez parte de uma road trip com minha família durante o final de abril e começo de maio – o que significa temperaturas amenas e, ah que beleza, menos turistas. Cinque Terre é, na minha opinião, um desses passeios imperdíveis para quem visita pela primeira vez a Itália.

Como preparar o roteiro em Cinque Terre

Pois bem, em uma manhã de sábado fomos de carro até La Spezia e deixamos o veículo em um estacionamento público (0,80 centavos/hora). De lá, saímos de trem rumo a última terre, Monterosso al Mare.

Erro: optamos por comprar um bilhete para cada trajeto, que custo cerca de dois euros. E, a cada viagem nova entre as terre, menos dois euros na carteira. O ideal é comprar o bilhete que dura o dia todo e não há limite de trechos. O Cinque Terre Card custa 12 euros.

Monterosso é a única terre em que é possível jogar a canga sob a areia e tomar sol na praia. De lá, seguimos para Vernazza.

Além do trem, há a possibilidade de circular entre as pequenas vilas por trilhas – mas eu, infelizmente, nas duas vezes que fui não pude fazer o passeio. É que, devido às chuvas, é comum acontecerem desabamentos na região e, então, as trilhas ficam interditadas. Também é importante lembrar que, para entrar nas trilhas, é preciso ter em mãos o Cinque Terre Card. No total, são 12 km de caminhos.  Há ainda a possibilidade de fazer o passeio de barco.

 

Monterosso al Mare, em Cinque Terre. Foto: Mariana Gabellini.
Monterosso al Mare, em Cinque Terre: prepare sua canga!

Cinque Terre: onde se hospedar?

Localizada no norte do país, ela está próxima de Pisa. Separe pelo menos um dia inteiro se quiser conhecer as cidades com relativa calma. Não vale a pena fazer um bate e volta – é cansativo demais. Melhor se hospedar em uma das terre ou, se achar as diárias caríssimas, opte por uma cidade próxima.

Minha família e eu decidimos ficar em um camping em Marina di Massa – o que depois descobrimos ser uma região não tão famosa entre os turistas estrangeiros, mas com lugares interessantes para visitar, como as montanhas de mármore de Carrara. E que valem outro post!

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Riomaggiore, em Cinque Terre, na Itália
Um pedacinho de Riomaggiore, em Cinque Terre

Cinque Terre gourmet: não deixe de experimentar…

Basicamente, o passeio pelas terre consiste em circular entre as casas coloridas, tomar um gelato e degustar um ou outro petisco tradicional da região. Os frutos do mar fazem especialmente sucesso e, quando estiver em Monterosso ou Riomaggiore não deixe de provar o cone de frutos do mar, com calamares, camarão e peixes fritos bem temperadinhos com limão. Ah!

Mar de Cinque Terre
Esse Mediterrâneo não está para brincadeira, não!

Vaso de flor na janela
Sobre a beleza e a simplicidade

Há também cemitérios, castelos e estátuas que explicam um pouquinho sobre a história desse lugar tão especial. Mas, ah, o gostoso mesmo é passar por ali e aproveitar um dia bonito. Simples assim.

Monterosso al Mare, Cinque Terre, na Itália
Tons pastel por todos os lados!

 

cinque terre_monterosso_pier_Itália
Mais um pouquinho de Monterosso al Mare

Fim do passeio: o pôr-do-sol incrível em Riomaggiore

Quando já tiver passado por todas as vilas, provavelmente a noite estará caindo – e o cansaço, acredite, pesando. Por isso, um pouco antes do pôr-do-sol pegue um trem rumo Riomaggiore, a terre mais próxima de La Spezia. Quando chegar lá, dispute por um lugarzinho para sentar nas rochas à beira-mar e assista o sol caindo. Em silêncio.

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O pôr do sol em Riomaggiore é de tirar o fôlego. Mesmo.