Alô, alô, Eugenia Loli? Planeta Terra chamando!

Eugenia Loli - Urban Camouflage

Minha terça-feira começou monótona. E tédio é sinal de que é tempo de arriscar novos mergulhos, escutar a versão acústica da sua música preferida, ir a um museu procurar encantamento, experimentar um sabor exótico ou, quem sabe,  mudar de cidade. Mas se encantar pela Eugenia Loli é mais fácil do que tudo isso!

Eugenia Loli - Weight Loss Wrap
Weight Loss Wrap

Hoje era só mais uma terça-feira monótona de home-office. Foi então que, procurando por inspiração enquanto surfava  a world wide web, eu descobri a Eugenia Loli. Ou, melhor dizendo, os trabalhos dela.

Eugenia Loli… who?

Eugenia é uma grega que trabalha na California. Mais do que isso: Eugenia é uma ilustradora que combina lindamente vintage e moderno através de colagem. Ela ainda acrescenta uma pitadinha de surrealismo para dar graça e um olhar feminino & feminista único sobre todas as coisas do mundo.

Eugenia Loli - Rocky Start
Rocky Start

Um universo sessentinha de pedras, céus coloridos, skylines, relacionamentos amorosos e beleza. Haja encanto!

Eugenia Loli - Urban Camouflage
Urban Camouflage

Tarefa do dia: identifique a acidez por trás de cada uma das obras. E se quiser descobrir mais do mundo de Eugenia, é só visitar o site dela.

Obrigada, Eugenia. Meu dia ficou mais bonito por sua causa!

Como mudar a vida em 90 dias

Jane Birkin - como mudar de vida em noventa dias

Viajar por mais de um ano faz a gente ter noção do que precisa de verdade. Pasta de dente, escova, desodorante são itens básicos. Algumas peças de roupa e um sapato confortável são essenciais. Do outro lado, o creminho antirrugas é luxo, mas de vez em quando a gente merece. Vestido preto é bom ter para usar em ocasiões especiais…

Mas é só depois de carregar malas cheias – e pesadíssimas – que a gente percebe o quanto ter um monte de coisas pode ser um peso e não a solução. Nesse tempo à deriva por aí, também percebi a importância de planejar e ter metas – desenvolvi até uma certa ansiedade sempre que pensava no próximo passo. Viajando, também entendi que tempo de qualidade é a chave para uma vida saudável e realizada. Por isso, decidi estabelecer os passos para os próximos noventa dias.

Mudar a vida em noventa dias: será que dá?

Cheguei na semana passada em São Paulo para visitar a família e preparar os próximos passos da viagem – ou, melhor dizendo, da vida. Vou passar três meses por aqui e isso significa que voltei para a minha zona de conforto. Por enquanto, comprar pãozinho no mercado deixou de ser aventura. E isso pode ser bom!

Faz pouco tempo que voltei para meu antigo lar, mas já percebi que mudei muito. Eu era acumuladora – só isso explica a quantidade de livros, revistas, roupas e sapatos no meu quarto. Produtos para cabelo, esmalte e perfume… A lista é infinita. Definitivamente, não cabem mais a velha e a nova Mariana no mesmo lugar. Os sonhos cresceram e eu preciso de espaço para eles. Sinto muito, cacarecos!

O método CANVAS Pessoal (ou Business Model You)

Utilizar métodos de organização (e visualização de planos!) como bullet journal pode te ajudar a tirar sonhos do papel. O bullet journal consiste na técnica de anotar em um diário listas bem simplificadas do que você pretende fazer no dia a dia. Deixa a rotina organizada e faz de você uma pessoa mais eficiente. Mas, enquanto o bullet journal me ajuda no dia a dia, o método CANVAS dá o tom para metas pessoais ousadas.

O que é o CANVAS Pessoal?

Na hora de montar um negócio, uma das técnicas utilizadas para enxergar o futuro a curto, médio e longo prazo da empresa é usar uma folha de papel para escrever os objetivos e desafios. Na vida pessoal, também é possível aplicar o método CANVAS. Basicamente, ele consiste em dividir uma folha de papel nos blocos abaixo e responder algumas perguntas.

1. Recursos principais: quem é você?
O que você tem? Quais são os seus talentos? Do que você gosta? O que você sabe fazer?

2. Atividades-chave
O que você faz? Qual é o seu diferencial em relação aos outros? Quais são suas atividades favoritas?

3. Segmento de Clientes
Quem você gostaria de ajudar? Quem você ajuda?

4. Proposta de valor
Como você ajuda os outros? Como você contribui para os outros?

5. Canais
Como as pessoas te conhecem? Como você ajuda o outro? Como as pessoas sabem quem é você?

6. Relacionamento com clientes
Como você interage? Como você se relaciona ou comunica com as pessoas que você ajuda?

7. Parcerias principais
Quem te ajuda? Com quem você trabalha? Quem apoia você?

8. Fonte de receitas e benefícios
O que você ganha? O que ganha em troca ajudando os outros?

9. Estrutura de custos
O que você dá? Do que você vai abrir mão (tempo, energia, conhecimento, etc.) para ajudar?

Montei meu CANVAS. E agora?

A partir daí você deve destacar os pontos fortes e trabalhar os pontos fracos. Parece meio vago lendo assim, é verdade. Mas coloque no papel o seu maior sonho. Depois, enumere os passos que deve seguir para chegar lá – e também tudo aquilo que deve abrir mão. Com tudo isso na folha, você poderá identificar os pontos falhos e minimizar os riscos.

Por meio do CANVAS eu percebi qual a minha principal meta a longo prazo e, a partir de então, estabeleci pequenas metas que devem ser cumpridas até eu chegar lá. O mestrado e o trabalho voluntário são algumas delas.

Se quiser saber mais sobre o CANVAS, dê uma olhada no material que a Academia Sebrae preparou, que explica bem o método.

Livros feministas - Simone de Beauvoir, Chimamanda e Virginia Wolf
Literatura feminista: Beauvoir, Wolf e Adichie, as eleitas de novembro

90 dias: Lista de metas a curto prazo

Preparei uma lista de coisas para ler-fazer-conhecer nos próximos noventa dias. Após preparar meu CANVAS pessoal com metas para curto, médio e longo prazo, eu cheguei a conclusão de que a lista abaixo são as metas que devem ser executadas nesse período. Também é uma maneira de incluir novos hábitos e deixar minha rotina mais interessante.

Saúde

– Correr meia-maratona
Detox à vista! Uma semana sem carne vermelha por mês
– Aprender um novo esporte – SUP ou surfe, provavelmente!
Substituir doces por frutas
– Praticar yoga

Work, work, work!

– Superar o primeiro nível de alemão
– Participar do workshop de fotografia
– Fazer o IELTs
– Fazer cursos de gestão e moda para turbinar o currículo
– Criar meu plano de negócios – ou pelo menos o CANVAS

Dinheiro

– Começar a investir 50% do que eu ganho
– Aumentar minha receita

Novas experiências

– Fazer trabalho voluntário em empoderamento feminino
– Conhecer uma nova cidade perto de São Paulo
Customizar um móvel de madeira
– Pintar o quarto
– Organizar trabalho voluntário na Índia
– Dirigir
– Assistir um filme clássico por semana
– Ler um livro clássico por semana
– Ler sobre o budismo e conhecer um templo

Consumo

– Doar roupas
– Vender algumas peças para brechó
– Vender livros e revistas para sebos
– Recuperar acessórios e peças de roupa
que são, guess what, passíveis de recuperação

 

Menos é mais!

 

anos 60: back to the future

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O editorial-inspiração da semana é a cara da primavera apesar de ter sido publicado por causa do outono e serve para a vida! E, olha só, conquistar o visual mezzo docinho mezzo vintage é super fácil. Quer ver?

Faça assim: volte para os anos 60 e, quando estiver por lá, coloque na mala estampas geométricas, pantalonas e casacos e vestidos de corte reto.

Hollie-May-Saker-Harpers-Bazaar-US-October-2015-Editorial01.

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Ah, e por favor… Não se esqueça dos acessórios, ok? Bota branca, cinto para marcar bem a cinturinha e giga óculos de armação colorida – eles são essenciais para fazer carão.

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Já com a mala cheia, pegue o trem de retorno e, enfim, quando estiver nos anos ops, que dia é hoje? dois-mil-e-alguma-coisa combine peças de tons vibrantes com outras de tom pastel. E crie coragem para tirar a bota branca da bagagem, claro. A boa notícia é que a a saia trapézio da estação passada continua com tudo e também tem perfume retrô. Ufa!

Estrelando: a modelo Hollie-May Saker para a edição de outubro da Harper’s Bazaar US. Por trás da câmera, Tom Munro.

Quer mais editoriais inspiradores?

+ Os contos de fadas e as princesas boho no mundo da Free People.
+ Energia positiva e flores do campo com a campanha da Pull & Bear.
+ Óculos gatinho e muuuito delineador na Glamour Espanha.

days of deutsch e a poesia de todo dia

der strand_days os deutsch

Saí navegando por aí à procura de maneiras menos óbvias de aprender alemão… Tchans! Encontrei o Days of Deutsch, um desses projetos pessoais bacanas de gente mega inspirada.

Polly, a criativa, é uma britânica que está morando em Berlin – e que assim como eu acha a maioria dos livros de línguas entediantes demais. Nasceu então o Days of Deutsch, com palavras do cotidiano alemão. Quer dizer, é bem verdade que algumas não são tão funcionais assim…


Violett: roxo

Prazer, Violett, uma das palavras não muito funcionais. Eu acho.


die Wollmütze: gorro de lã

Desabafo sobre como é sofrido passar frio no inverno? Tem também. Essa coisa de achar que três casacos e uma bota podem fazer milagres é bem comum, por sinal. Anote aí: um Wollmütze é essencial se você for visitar a capital alemã nessa época do ano.


die Welt: mundo

O projeto é basicamente um diário com fotografias de alguém que está aprendendo uma nova língua. Ah, nada como pensar fora da caixinha!

três jeitos de ver o mundo mais colorido no Instagram

marina papi instagram

Há dias cinzas… Mas eu não me dou muito bem com eles.

Não gosto dessa aura blasé – apesar de ela ser inevitável, às vezes. Aí, quando o dia fica nublado, o jeito é tentar enxergar o mundo, as pessoas e as coisas através de óculos mais amigáveis. Acredite: pode ser que um tanto de aquarela deixe o seu dia melhor! E um jeito de colocar cor no dia a dia é pelo Instagram (eu tô lá também, procurando por coisas incríves!). Dá só uma olhada:

drawbertson
entre girafas e bocas, cê sabe

Donald Robertson é @drawbertson. Ele vê o mundo incrivelmente colorido. Vibrante! O planeta Terra dele é cheio de girafas. E estampas de bichos. Tem flores e muitas nações e, sim, pessoas longilíneas. Ele tem um pé e o corpo todinho na moda. É tudo muito divertido e cheio de informação! Ele vê uma caixa de pizza e transforma em algo incrível usando só fitas adesivas e tinta.

marina papi instagram
bye bye, cristo redentor

A palavra de @marinapapi é encantamento – temos isso em comum, aliás. Deduzi a palavra da vida dela por meio das ilustrações, colagens e interferências nas fotos que Marina publica em seu perfil. Um filhote vira unicórnio se ganhar um chifre rosa – é lógico! Tucanos convivem em harmonia com placas sinalizadoras. Faz parte. E que tal o morro com a cerejinha no topo? Ah sim, é que ela vê um Rio de Janeiro especialmente doce, ainda mais bonito do que já é. E o nosso dia de quebra fica ainda mais bonito, mesmo sem ter Copacabana aqui do lado.


muito pólen <3

@5tif é apaixonada por flores – desconfio que todo mundo que ama cores é. Então, uma xícara de café com leite ganha charme quando tem pétalas por perto. E, sim, tomate, toranjas e cebolas roxas podem ser mais fotogênicas que muita gente por aí. É inspiração demais para um jardim só!

Bom mesmo é saber que a gente vive no mesmo mundo que eles! Tanta coisa bonita… Talvez seja hora de pegar óculos emprestados.

Era uma vez um veleiro…

Veleiro. Foto retirada do Etsy, Redtruckdesigns.

Há tempos venho pensando sobre o que escrever neste blog. Isso porque depois de uns dias parece que nada do que escrevi diz muito sobre mim. Em outras palavras: mudei de ideia umas 367 vezes depois que postei X, Y ou Z. Escrever e registrar tudo isso, inclusive, parece limitador e bem louco também. Sim, sou a rainha da contradição e odeio ter que ficar me policiando. ~mudo de ideia mesmo, beijos me solta~

Por isso, tomei uma decisão: agora e aqui, só falo de sentimento – pelo menos por enquanto. É verdade que sentimentos mudam, mas a graça é essa mesmo: a gente não ter que ficar se justificando por isso. A gente vai lá e sente e pronto. Mudou? Tá tudo bem. Isso porque sentimentos são únicos, tem validade limitada e dizem respeito apenas a lugar x momento x pessoa/coisa. Se você mudar o tempo, provavelmente o sentimento muda também. Eles não mentem. O “sentir” começa e termina nele mesmo, sem dever nada a ninguém. Sem contestação. Ele é autossuficiente e não depende de porquês. Ou é ou não é. Por isso eu amo tanto sentimentos. Morro de amores, morro de ódio, morro de tédio – mas nunca pela metade. Intensidade, querida, teu nome é Mariana.

Resumindo: num momento aleatório, cheguei à conclusão de que sentimentos são perfeitos para diários blogs.

Então, por ora, chega de concretismo. Quero poesia abstrata, quero a vida à flor da pele. Tudo menos truncado, mais bonito e (não sei se) completo.

Vem comigo?

Pois bem, dia desses algo incrível aconteceu.

Minha prima e eu fomos viajar no feriado de Carnaval. O destino? Rio de Janeiro. Motivo: queríamos uma festa mais tranquila que Ouro Preto ou Salvador, mas nada que fosse só sombra e água de coco gelada, por favor. E aí você já sabe… Rio de Janeiro = sol, praia e festinhas de buenas (mas não desanime: se quiser festão, tem também, e são incríveis). Por isso, os bloquinhos pareciam perfeitos. E, te digo logo: funk e emoção não faltaram – teve até tiroteio, gente! Um feriado agitadíssimo, eu diria. Mas, peralá, o ponto alto nem foi esse…

Todo final de tarde saíamos da agitação dos bloquinhos/hostel-em-que-a-galera-tava-loucona-24/7 e fugíamos rumo ao calçadão para comer churros e ver o pôr-do-sol (eis meu conceito de felicidade: sossego, praia e doce de leite). Aí, num dia desses, enquanto estávamos assistindo o sol ir se deitar, um mocinho cambaleante (ou bêbado, no sentido vulgar da problemática) se aproximou e sentou ao nosso lado.

— “Ai, lá vem…”, pensamos.

— “Nada disso, colegas”, disse a vida.

E então o bêbado nos surpreendeu de um jeito incrivelmente bom.


Ali, escondidinho atrás do óbvio, você encontra…

Eu explico: decidimos continuar o papo iniciado pelo moço. É que apesar do alto teor alcoólico, ele sentou longe e começou a conversa como toda pessoa que nunca viu a outra antes faz. Ou seja, tudo certo e dentro dos conformes da ética e dos bons costumes.

Mas a bebida é um negócio mágico, todos sabem. E o moço (que, descobrimos depois, é nosso vizinho em São Paulo) começou a desabafar sobre a ex-namorada, que agora estava noiva de outro homem. Detalhe: eles namoraram por 4 anos e terminaram há 4. Já era para ele ter esquecido, certo? Não se sabe. E viva o sentimento, sem hora marcada para começar ou terminar. Ele existe, e só isso importa.

Eu, enxerida que sou, perguntei se ele a amava. Por que, né? Achei a conversa profunda demais.

— “Não”, disse ele. Mentira, julgo eu. O fato de ele ter falado sobre isso no Carnaval, bêbado e com duas desconhecidas era a prova de que ele não conseguia esquecê-la.

— “Vocês já ouviram falar sobre a metáfora da âncora e da vela?”, continuou.
Pára tudo.
Um bêbado falando em metáforas? Álcool: um líquido capaz de transformar um babaca no maior dos babacas. E um cara interessante em um tipo surrealmente incrível.

— “Algumas pessoas são âncora, outras vela”, disse ele. “Ela era âncora. Prendia quando deveria me estimular a ir sempre em frente, a sair do lugar. Não queria ser vela. Por isso, terminei”, completou.

Emoção. Isso define o que eu senti em uma conversa com um bêbado na beira da praia. Apesar de todo amor que, convenhamos, era óbvio que ele sentia, ela não estava sendo o que ele precisava naquele momento. E não seria para o resto da vida, porque ela não queria ou não sabia ser. E porque agora se casaria com outro.

Todos somos (e precisamos) de âncoras e velas. É o tempo (ou fase da vida) que define o que deve prevalecer. Em meio a tempestade, a âncora dá segurança. A vela, por sua vez, com a ajuda do vento nos leva até onde queremos chegar. Ambas são essenciais sim. Mas, em momentos errados, podem contribuir até para um naufrágio. Trágico e poético. E tão claro!

“O que eu desejo ser na vida de alguém?” “E do que eu preciso?” Você saberia responder essas perguntas?

A conversa continuou por alguns minutos e, em seguida, ele foi embora sem olhar para trás. A metáfora, no entanto, decidiu ficar.

Atualização – 13/08/2014

Contrariando as (minhas, lógico) expectativas, tudo mudou! Parece que ela aprendeu muita coisa nesse tempo em que eles ficaram separados, porque… Eles voltaram a namorar e estão noivos! Sim, ele virou meu amigo no Facebook depois desse papo estranho na beira da praia. Incrível, não?

Espelho, espelho meu…

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Em um pequeno pote antigo coloque um pouquinho do estilo boho chic. Acrescente toda a aura de encantamento de editoriais típicos da revista Lula. Deixe de lado os preços um pouquinho bem salgados dos itens vendidos no site da Free People (que são entregues no Brasil) e… pronto!

Depois disso, você possivelmente estará apaixonada pela marca americana (do mesmo grupo da Urban Outfitters e da Anthropologie!, tá explicado). Assim como eu, pode ser que você se torne uma dessas pessoas que entram todo início de mês no site (tipo Astrology Zone, né?) só para dar aquela espiadinha nos lookbooks mensais do FP. Duvida? Em novembro, Branca de Neve, a Rainha e outros personagens dos contos de fadas deram o tom mágico por lá. Apaixonante!

E a cereja do bolo:

apanhador de sonhos

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Listinha de coisas para fazer em mãos, alguns planos e tantos outros sonhos. Muita energia positiva. E também muita (muita!) coragem — porque às vezes o que falta na vida é só um pouquinho de coragem para dar o primeiro passo.

Assim a gente te recebe, 2012: de braços abertos.

Txema Yeste fotografa para a campanha de primavera da Pull & Bear.

Ah, tudo isso porque eu adoro editoriais. É gente, eu aadoooroo.

idiossincrasia (flutuante)

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Animais que moram em pequenos pedaços de tronco que, por sua vez, vagam por um céu de não-se-sabe-onde.

Já pensou?

A proposta do fotógrafo espanhol Rafa Zubiria é interessante – e o resultado, incrível. A partir de diversas fotografias tiradas de sua câmera digital (e um posterior trabalho muito bem feito no Photoshop), ele cria los zooos (os pequenos ecossistemas, como ele mesmo diz) que flutuam em um céu azul turquesa e com um quê vintage.

Quer viajar um pouquinho mais? No flickr do fotógrafo, além das imagens da série Zooo, você encontra o projeto No way home. Mas dessa vez quem flutua são casas e edifícios…

Taí minha inspiração do dia. Encantador!